Me abrace, me
faça rir, me tire do chão, me confunda, me provoque. Seja meu amigo, mas também
seja amante. Seja sincero e surpreendente. Me ame, mas não diga isso sempre, me
faça duvidar. Apareça de surpresa em minha casa com um bom filme e assista-o
comigo. Brinque; me irrite mantendo sempre esse sorriso irônico no rosto. Me faça
te amar sendo você mesmo. Desvende-me. Me entenda e ande ao meu lado. E quando
eu estiver com um brilho diferente no olhar, saiba que terá me conquistado.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Sim, são coisas de garotas...
Quem disse que
uma garota tem que gostar de rosa e de se maquiar? Quem disse que ela deve ser
meiga e frágil, que ela não pode gargalhar sem sentir vergonha e que ela tem
que usar roupas coladas e provocantes? Quem disse que uma garota não pode sair
de moletom e calça jeans, sem nenhuma maquiagem e com o cabelo desgrenhado e
que ela não pode gostar de futebol e vídeo game? Quem disse que isso são coisas
única e exclusivamente masculinas, provavelmente nunca conheceu a força, a
graça, o jeito único e a feminilidade de uma garota assim.
terça-feira, 24 de abril de 2012
"Ela gargalhou. Quando Lou Calabrese gargalhou, foi impossível lembrar que havia uma tempestade congelante lá fora e que um vento ártico tenebroso estava batendo nas quatro frágeis paredes em volta deles. A gargalhada de Lou Calabrese era como um abençoado raio de sol após um mês de chuva. Como uma cerveja gelada após uma longa caminhada. Como um banho morno depois de um dia de frio."
Ela foi até o fim - Meg Cabot
domingo, 22 de abril de 2012
Se eu te amar, você vai saber
Se eu brigar
com você, te provocar, dizer que te odeio, me desculpar, me preocupar, me
importar; se eu mandar mensagens de madrugada, ou me preocupar em manter uma
conversa; se eu parar na rua pra falar com você, ou sorrir ao te ver; se eu
disser que você é insuportável, mas disser que te amo depois, tenha certeza que
você é indispensável. Mas se eu não fizer nada, se não me importar, se eu ficar
em silêncio, aí sim, comece a se preocupar.
sábado, 21 de abril de 2012
Espero que leia isso, idiota
Você lembra-se
daquela garota boba, que se deixava levar por meras palavras? Aquela que não
tinha resposta pra nada e não sabia o que falar diante de uma cantada?
Lembra-se daquela garota que acreditava em amor eterno? Que queria causar boa
impressão, que era romântica ao extremo? E aquela que se machucou muito por
causa disso? Aquela que amava intensamente e não se envergonhava disso? Então,
observe o que você fez com ela: ela não é mais boba, sabe provocar e é
incrivelmente forte e confiante. Ela não faz mais o tipo romântica, e, se
fizer, é entre quatro paredes, de preferência sozinha. Ela não se deixa mais
levar por palavras, porque estas não a abalam mais. Você terá que ser muito
mais forte e criativo que isso. Ela se machucou o suficiente pra aprender que
há uma grande diferença entre ser amada e ser desejada. Aprendeu a ser forte e
a retribuir as ilusões na mesma moeda. Você a mudou o suficiente pra fazê-la
desacreditar no amor, e amar uma boa solteirice. Você a deixou fria e quente ao
mesmo tempo. Você, só você, tinha seu coração em mãos, e, podendo fazer o que
quisesse, preferiu pisá-lo, e depois devolvê-lo a remetente. Este coração, que
você achava que havia destruído, bate mais forte do que nunca. Mas bate
diferente, marcado pelo tempo e pelo sofrimento. E ela lhe agradece por isso.
Você a tornou mais forte, mais viva, mais intensa e menos burra. Obrigada!
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Opostos também se completam
Seus
amigos não queriam, seus pais não aceitavam; todos eram contra. Diziam que eram
diferentes demais, que nunca dariam certo, que pensavam muito diferente: Como
alguém que adorava verão poderia namorar alguém que preferia inverno? Como
alguém teimoso poderia conviver com alguém irritante? Algo que ninguém entendia
podia ser explicado de forma simples e precisa: O amor, o amor que sentiam um
pelo outro era capaz de acabar com a diferença entre eles. O amor criava uma
ponte invisível aos olhos, que unia o coração dele diretamente ao dela. Sem
precisar de explicações. E assim, aos trancos e barrancos, eles se entendiam, e
se completavam.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Em busca da paz interior
Sabe quando você acorda com
um peso absurdo sobre você? Quando é tão pesado, que parece que o mundo desabou
enquanto você dormia? E esse mundo desabado impede que você abra os olhos e
tenha vontade de encarar este novo dia? Que você sente um aperto no coração,
como se alguma mão imaginária o estivesse comprimindo? E você tenta se livrar
disto, mas é muito mais forte que você. Até que você encontra forças, não sabe
aonde, para abrir os olhos. E vê que faz sol. Mas não é um sol comum, é um sol
que entra em cada poro do seu corpo, inclusive em sua alma, e você consegue levantar,
mas o peso ainda está aí, não se engane.
Então. É exatamente por isso
que vim parar aqui. Em cima desta montanha, observando uma pequena cachoeira,
que faz contraste com o azul do céu e com o verde das árvores. Caminhei até
aqui com a convicção de que este peso diminuiria, e se tivesse sorte, até sumiria.
Olho para o horizonte, e me
pergunto, que segredos este mundo - tão grande e tão pequeno – esconde. Olho
para os pássaros, e desejo ser livre como eles. Poder voar, e observar tudo em
silêncio. A calmaria das águas, a sensação do vento batendo forte contra o
rosto, não sentir o chão sob meus pés, e mesmo assim, não sentir medo. Apenas
paz. Uma paz absurda. Como deve ser?
Então, olho para a cachoeira.
Sua água agitada, como se quisesse dizer alguma coisa. Escuto o barulho, e
sinto a leveza e a paz daquele pássaro. Viajo para meu passado, lembrando das
pessoas que marcaram minha vida, e faço uma retrospectiva. Depois, viajo ao
futuro, vejo meus sonhos realizados. Estou voando. Voando para dentro de mim
mesma.
Sinto a brisa leve bater em meu
rosto, e pela primeira vez, estou sentindo de verdade. Não estou em meio a uma
cidade grande, correndo apressada para não perder o ônibus, com o vento
bagunçando meu cabelo. Não. Aquela brisa estava me mostrando que somos
sensíveis e frágeis. Que perdemos muito tempo da nossa vida tentando sentir tudo,
e não sentindo nada. E aprendo que não há nada melhor do que sentar no alto de
uma montanha e observar a natureza. Entrar em contato com ela. Sentir meus pés
na grama molhada, a brisa acariciando meu rosto e escutar o barulho das águas.
E sentir-me leve.
Você lembra-se daquele peso? Ele
sumiu. Porque eu aprendi a suavizá-lo.
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